Renegociação de crédito: o que ter em conta?

Veja 6 fatores a considerar para este tipo de solução.



Quando é mencionada a renegociação de crédito, por vezes surge em primeira instância o fator de incumprimento, o que não é a realidade. A renegociação de crédito pode – e deve – ser uma ótima opção para não se chegar a essa situação de incumprimento e ser abordada com uma solução viável para a estabilidade financeira no seio familiar.

Se essa é então uma solução viável, apresentamos 6 fatores neste artigo a ter em consideração.

#1 Consolidação de créditos

Esta possibilidade é bem favorável para a taxa de juro, que passa a ser só uma. No entanto, só é possível se tiver mais do que um crédito a decorrer.

#2 Período de carência

Vendo na perspetiva de poupança a curto prazo – ou imediata – esta opção é a mais favorável, mas apresenta também desvantagens. Se ao solicitar esta medida nos remete para um alívio imediato, podemos apurar que o prazo de pagamento será mais longo e os juros que irá pagar, serão um peso bem maior no futuro.

#3 Adiar a dívida

Adiar uma dívida é nada mais nada menos que ficar a pagar somente os juros durante o período em que adia os pagamentos, relembrando que no final do contrato terá de se certificar que terá capital suficiente para reembolsar o valor desta medida.

#4 Alargar o prazo de pagamento

A opção aqui apresentada, torna a sua prestação mais leve e fácil de pagar, no entanto, tenha em consideração o fato de levar mais tempo em contrato com o seu crédito.

#5 Negociar o Spread

A negociação do Spread também está na lista de possibilidades de renegociação.

Se o acha que o spread do seu crédito está muito elevada, pode sempre tentar negociar com a entidade credora.

#6 Alterar taxa de juro

Nesta última possibilidade pode tentar entrar em contacto com o banco, para que a taxa de juro entre em acordo com a sua solução de pagamento.

Pode transferir uma taxa de juro fixa para variável ou experimentar mudar o indexante associado como, por exemplo, a EURIBOR, lembrando que as taxas quando são fixas ficam mais elevadas face à indexada à EURIBOR.


Fonte: Supercasa